Chega me chamando
Me tocando
Toma-me a paz
Revira minha cabeça
Segura-me pela alma
Me puxa e me evita
Leva a parte mais viva de mim
Carrega o poder
Carrega a luxúria
E sem querer me tem
Maldita hora
Em que me deixei escorrer
Pelas pequenas brexas
E assim me entrego
Me carrego pro sufuco
De ter as mais sujas memórias
E ter comigo
Pro resto de meus dias
Sua presença inerte
Seus olhos mortos
E tua personalidade sacana.
sábado, 25 de dezembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Desfecho
Resolvi mudar
O rumo e o contexto
É...
Resolvi medir
Meus atos e palavras
Tentando evitar
Um desastre maior
E quando é que vão resolver
Mudar por mim?
Quando é que
Verdadeiramente
Receberei um ato
De compreensão?
Daí eu fecho os olhos
Procuro o céu
Limpo ou sujo
Azul ou preto
E começo a falar
Converso até não mais aguentar
E adormeço
No fim ou começo
Tentando apenas um desfecho
Pra que venha de vez o recomeço.
O rumo e o contexto
É...
Resolvi medir
Meus atos e palavras
Tentando evitar
Um desastre maior
E quando é que vão resolver
Mudar por mim?
Quando é que
Verdadeiramente
Receberei um ato
De compreensão?
Daí eu fecho os olhos
Procuro o céu
Limpo ou sujo
Azul ou preto
E começo a falar
Converso até não mais aguentar
E adormeço
No fim ou começo
Tentando apenas um desfecho
Pra que venha de vez o recomeço.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Me Entenda
É que eu o ouço
E te lembro
É que eu o leio
E te recordo
Mas por favor
Não pergunte
O que verdadeiramente acontece
Aqui dentro
Afinal
Explicação não há
Entendimento não existe
E eu sinto
Sinto e guardo
Onde nada toca
Onde nada alcança
O tempo passa
O tempo corre
Mas é que...
Ah, não me pergunte
Simplesmente entenda
Que estou sujeita a amar
E não escolho
Não decido, simplesmente
De repente
Meu coração bate e avisa
Que carinho em você
Irei encontrar.
E te lembro
É que eu o leio
E te recordo
Mas por favor
Não pergunte
O que verdadeiramente acontece
Aqui dentro
Afinal
Explicação não há
Entendimento não existe
E eu sinto
Sinto e guardo
Onde nada toca
Onde nada alcança
O tempo passa
O tempo corre
Mas é que...
Ah, não me pergunte
Simplesmente entenda
Que estou sujeita a amar
E não escolho
Não decido, simplesmente
De repente
Meu coração bate e avisa
Que carinho em você
Irei encontrar.
Minha Paz
E um dia que eu pensei
Pensei que não haveria mais sol
Não haveria mais a cor
Foi-se o dia em que pensei
Que nada mais teria graça
E ninguém mais conseguiria
Ninguém mais poderia
E sim, pode
E assim foi
Que voltei a sorrir
Que voltei a amar
Que voltei a gritar
E assim foi
Assim foi a vez
Que nada mais me importava
Hoje?
Ah, hoje eu olho e enxergo
Hoje eu olho e vejo
E isso não mais
Não mais me tira a paz.
Pensei que não haveria mais sol
Não haveria mais a cor
Foi-se o dia em que pensei
Que nada mais teria graça
E ninguém mais conseguiria
Ninguém mais poderia
E sim, pode
E assim foi
Que voltei a sorrir
Que voltei a amar
Que voltei a gritar
E assim foi
Assim foi a vez
Que nada mais me importava
Hoje?
Ah, hoje eu olho e enxergo
Hoje eu olho e vejo
E isso não mais
Não mais me tira a paz.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Matemática da Vida
Um pacote de confusões
Diretamente centrado em meu cérebro
E palavras são apenas palavras
Voando e flutuando no tempo
Nos improváveis e prováveis momentos
Nas probabilidades de ser
E eu já nem consigo pensar
É, não consigo calcular
Somar o tempo com a vida vivida
Esqueço de multiplicar as várias vezes
Que pensei, que sonhei, que errei
Mas vou subtraindo e esquecendo
Dos problemas e das tormentas
Afinal, nada vale mais
Quando lembro das vezes que sorri
São sonhos tão gigantes
Lembranças tão marcantes
Que no final de tudo
A vida continua
A soma fica intacta
A multiplicação aumenta
A subtração é precisa
E eu?
Eu passo a dividir com você
Meus momentos de sorriso, de vida, de glória.
Diretamente centrado em meu cérebro
E palavras são apenas palavras
Voando e flutuando no tempo
Nos improváveis e prováveis momentos
Nas probabilidades de ser
E eu já nem consigo pensar
É, não consigo calcular
Somar o tempo com a vida vivida
Esqueço de multiplicar as várias vezes
Que pensei, que sonhei, que errei
Mas vou subtraindo e esquecendo
Dos problemas e das tormentas
Afinal, nada vale mais
Quando lembro das vezes que sorri
São sonhos tão gigantes
Lembranças tão marcantes
Que no final de tudo
A vida continua
A soma fica intacta
A multiplicação aumenta
A subtração é precisa
E eu?
Eu passo a dividir com você
Meus momentos de sorriso, de vida, de glória.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Nada Mais
Vem e eu te mostro o céu
Onde tudo brilha
Tudo pisca e reluz
Vem que eu te mostro o carinho
Onde tudo é belo
Tudo sorri e ri
Vem que eu te mostro o sol
Onde o calor permanece
E engrandece o ser
E de você não quero nada
Nada mais que a existência
Nada mais que a permanência
Nada mais que o viver.
Onde tudo brilha
Tudo pisca e reluz
Vem que eu te mostro o carinho
Onde tudo é belo
Tudo sorri e ri
Vem que eu te mostro o sol
Onde o calor permanece
E engrandece o ser
E de você não quero nada
Nada mais que a existência
Nada mais que a permanência
Nada mais que o viver.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Um Algo
Eu tento explicar
Mas é quando eu mais preciso
Que as palavras somem
Os sentidos já não são sentidos
E os movimentos se perdem
No vazio ou no completo
No fechado ou entreaberto
E levo, carrego, consumo
Uso e descarrego energias
Enxugo o pouco ou o muito
Vivendo das incertezas ou certezas
Nesse vai e vem de sentimentos
Onde me escondo
Onde me sugo
É assim, como o mar
Infinito e eterno
Carregando pro deserto
Um algo só meu.
Mas é quando eu mais preciso
Que as palavras somem
Os sentidos já não são sentidos
E os movimentos se perdem
No vazio ou no completo
No fechado ou entreaberto
E levo, carrego, consumo
Uso e descarrego energias
Enxugo o pouco ou o muito
Vivendo das incertezas ou certezas
Nesse vai e vem de sentimentos
Onde me escondo
Onde me sugo
É assim, como o mar
Infinito e eterno
Carregando pro deserto
Um algo só meu.
Descobrir
E eu que descobri
Que um sorriso trocado não dói
Que um olhar mal dado corrói
Que o ego talvez não seja tudo
E eu que descobri
Que a vida é curta
Que o tempo voa
Que a saudade berra
Que a tempestade nada mais é que garoa
E eu que descobri
Que nada é tão sério
A ponto de não precisar rir
Nada é tão verdade
A ponto de você se entregar
Nada é tão mentira
A ponto de você se matar.
Que um sorriso trocado não dói
Que um olhar mal dado corrói
Que o ego talvez não seja tudo
E eu que descobri
Que a vida é curta
Que o tempo voa
Que a saudade berra
Que a tempestade nada mais é que garoa
E eu que descobri
Que nada é tão sério
A ponto de não precisar rir
Nada é tão verdade
A ponto de você se entregar
Nada é tão mentira
A ponto de você se matar.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Eterna Vontade
Meu orgulho
Não me deixa entregar
A vontade de vida
Não me deixa morrer
E se vivo hoje
É por garra e força
De não querer
O fim
De não querer
O pouco
E se vivo hoje
É por vontade
De sonhos inacabados
É por sede
De fama
É por sede
De sucesso
E levo adiante
Eternamente confiante
Minha insaciável vontade de viver.
Não me deixa entregar
A vontade de vida
Não me deixa morrer
E se vivo hoje
É por garra e força
De não querer
O fim
De não querer
O pouco
E se vivo hoje
É por vontade
De sonhos inacabados
É por sede
De fama
É por sede
De sucesso
E levo adiante
Eternamente confiante
Minha insaciável vontade de viver.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Sempre Comigo
Olhar pra trás e chorar, chorar por saudade, chorar por amor, chorar por vontade, eterna e insaciável vontade de você, de seus abraços, de suas palavras tortas, de seus pedidos de carinho, de seu sorriso singelo e fácil, de suas crises de ciúme, de sua eterna vontade de viver, seu amor mais que profundo, fundo, forte, incorrigível, com vontade de mais, sempre mais. E levo comigo a dor no peito, as lágrimas fáceis, sem fim. Levo comigo seu cheiro, sua face, seu olhar, e a enorme vontade de te trazer de volta num piscar de olhos, te fazendo sorrir mais uma vez.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Além
Você para
Respira e pensa mil vezes
Imagina, sonha, pede
E pensa mais mil vezes
Deixa o tempo correr
Deixa a vida seguir
Esquece dos problemas
Esquece das torturas
E das dores múltiplas
Das pessoas que te incomodam
Das almas ruins que te perseguem
E deixa o vento bater
Sente como se voasse
Como se flutuasse
E nisso te cai uma lágrima
Demonstração de sentimento
Demonstração de que ali bate um coração
Machucado, perfurado, fraco
Mas bate
Pulsa forte e te faz lembrar
Que além de tudo
Além de todos
Você vive.
Respira e pensa mil vezes
Imagina, sonha, pede
E pensa mais mil vezes
Deixa o tempo correr
Deixa a vida seguir
Esquece dos problemas
Esquece das torturas
E das dores múltiplas
Das pessoas que te incomodam
Das almas ruins que te perseguem
E deixa o vento bater
Sente como se voasse
Como se flutuasse
E nisso te cai uma lágrima
Demonstração de sentimento
Demonstração de que ali bate um coração
Machucado, perfurado, fraco
Mas bate
Pulsa forte e te faz lembrar
Que além de tudo
Além de todos
Você vive.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Pesadelo
Já senti no peito
Sua falta profunda
Como se tivesse acabado
Já senti no fundo
Sua ausência batendo
Como se tivesse terminado
E eu não gostei
Da sensação dolorosa
Como um puxão
Forte empurrão
Penhasco abaixo
E resolvi acordar
Do pesadelo que me faz chorar
Suar frio
E delirar
Me afogando em lágrimas
E levantando
Colocando os pés no chão
E respirando forte
Aliviada da tortura
Que me fazia te perder.
Sua falta profunda
Como se tivesse acabado
Já senti no fundo
Sua ausência batendo
Como se tivesse terminado
E eu não gostei
Da sensação dolorosa
Como um puxão
Forte empurrão
Penhasco abaixo
E resolvi acordar
Do pesadelo que me faz chorar
Suar frio
E delirar
Me afogando em lágrimas
E levantando
Colocando os pés no chão
E respirando forte
Aliviada da tortura
Que me fazia te perder.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Explicando
Vim deixar palavras
Palavras que descrevem
Um pouco de tudo que sinto
De tudo que vivo
De tudo que sou
E por aqui começo:
Sorriso, simples sorriso
Olhar, profundo e fundo
Toque, peço pra que não solte
Atos, imploro sempre por mais
Risada, onde vejo sua face mais sincera
Falas e mais falas, onde te entendo
Um grito, um berro, uma raiva
Seu momento sem medo
Um pedido, o gesto mais educado, mais delicado
Sua verdadeira face se esconde
E poucos conhecem
Poucos como eu
Que te pesquiso
Que te procuro e te descubro
E que de mim não foges mais
Que de mim não escapas
É minha sina
As coisas mais complexas
Mais confusas e complicadas
E não me arrependo
É assim que vivo
É assim que aprendo.
Palavras que descrevem
Um pouco de tudo que sinto
De tudo que vivo
De tudo que sou
E por aqui começo:
Sorriso, simples sorriso
Olhar, profundo e fundo
Toque, peço pra que não solte
Atos, imploro sempre por mais
Risada, onde vejo sua face mais sincera
Falas e mais falas, onde te entendo
Um grito, um berro, uma raiva
Seu momento sem medo
Um pedido, o gesto mais educado, mais delicado
Sua verdadeira face se esconde
E poucos conhecem
Poucos como eu
Que te pesquiso
Que te procuro e te descubro
E que de mim não foges mais
Que de mim não escapas
É minha sina
As coisas mais complexas
Mais confusas e complicadas
E não me arrependo
É assim que vivo
É assim que aprendo.
Mudança
Vem o medo
A dor de quem não sabe
Lidar com sentimentos
Lidar com a vida
A insegurança de quem começa
De quem inicia
A etapa mais nova
Mais viva
Mais recente
E tem que deixar pra trás
Lugares onde viveu anos
Anos de alegria
Anos de magia
E tem que deixar pra trás
Aquele algo que no começo
Também deu medo
Também confundiu
Também agitou o coração
Mas não deixo aqui somente palavras
Deixo também minha felicidade
Minha vontade
De voltar e refazer
Mas refazer tudo igual
Com os mesmos medos
Com as mesmas inseguranças
E com exatamente tudo
No lugar onde sempre esteve
O mesmo ódio
O mesmo amor
E lembrar eternamente
Que nada muda o que é verdadeiro.
A dor de quem não sabe
Lidar com sentimentos
Lidar com a vida
A insegurança de quem começa
De quem inicia
A etapa mais nova
Mais viva
Mais recente
E tem que deixar pra trás
Lugares onde viveu anos
Anos de alegria
Anos de magia
E tem que deixar pra trás
Aquele algo que no começo
Também deu medo
Também confundiu
Também agitou o coração
Mas não deixo aqui somente palavras
Deixo também minha felicidade
Minha vontade
De voltar e refazer
Mas refazer tudo igual
Com os mesmos medos
Com as mesmas inseguranças
E com exatamente tudo
No lugar onde sempre esteve
O mesmo ódio
O mesmo amor
E lembrar eternamente
Que nada muda o que é verdadeiro.
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
O Verdadeiro
Como o vento
Que não se vê
Que só se sente
Como a chuva
Que vem de repente
Que surpreende a gente
Como o mar
Azul infinito
Onde tudo é bonito
Como te encontrar
Profundamente te tocar
Eternamente te amar.
Que não se vê
Que só se sente
Como a chuva
Que vem de repente
Que surpreende a gente
Como o mar
Azul infinito
Onde tudo é bonito
Como te encontrar
Profundamente te tocar
Eternamente te amar.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Um Dia
É que eu já não enxergo mais
Esqueço do mundo
Me perco nos segundos
E peço pra não voltar jamais
E quando tudo começou
Era apenas o ódio
Tomando conta, subindo ao pódio
É o que restou
Hoje me confundo
No amor
No calor
Contato profundo
Mas não deixo ir embora
O sentimento que carrego
Me fazendo subir o ego
E dizendo: Te espero aqui do lado de fora.
Esqueço do mundo
Me perco nos segundos
E peço pra não voltar jamais
E quando tudo começou
Era apenas o ódio
Tomando conta, subindo ao pódio
É o que restou
Hoje me confundo
No amor
No calor
Contato profundo
Mas não deixo ir embora
O sentimento que carrego
Me fazendo subir o ego
E dizendo: Te espero aqui do lado de fora.
domingo, 8 de agosto de 2010
Lua
Só quero sumir
Por instantes fugir
E de repente viajar
No espaço, no ar
Só quero dormir
Sem o medo de acordar
Após pesadelos
E nunca mais voltar
Só quero sonhar
Meus sonhos mais lindos
Aqueles pequeninos
Que um dia me levaram daqui
Queria uma nave
Daquelas de desenho
Em que você entra
E some por segundos
Segundos que te tiram
Do mau
Segundos que te levam
Pro surreal
Brincar com E.T.'s
Pular de planeta em planeta
Cutucar as estrelas
E depois retornar
Pra janela que me espera
Pra vida que me carrega
E voltar a sorrir
Daqui da Terra
Pra lua que me faz brilhar.
Por instantes fugir
E de repente viajar
No espaço, no ar
Só quero dormir
Sem o medo de acordar
Após pesadelos
E nunca mais voltar
Só quero sonhar
Meus sonhos mais lindos
Aqueles pequeninos
Que um dia me levaram daqui
Queria uma nave
Daquelas de desenho
Em que você entra
E some por segundos
Segundos que te tiram
Do mau
Segundos que te levam
Pro surreal
Brincar com E.T.'s
Pular de planeta em planeta
Cutucar as estrelas
E depois retornar
Pra janela que me espera
Pra vida que me carrega
E voltar a sorrir
Daqui da Terra
Pra lua que me faz brilhar.
sábado, 7 de agosto de 2010
Sangue
É que meu sangue ferve
Minhas veias pulam
Minha cabeça dói
Choque de adrenalina
Vontade de justiça
Olho por olho
E minhas mãos se fecham
Vem a vontade de sumir
E os pensamentos voam
Sem lugar exato
Sem direção certa
O corpo esquenta
Os membros tremem
E mantendo a calma
Respiro e engulo a raiva
Que insiste em ficar
É assim que funciona
O corpo e a mente
Daquele que se diz fraco
Daquele que se diz pouco
E quando percebe
Está lá em cima
Está no topo.
Minhas veias pulam
Minha cabeça dói
Choque de adrenalina
Vontade de justiça
Olho por olho
E minhas mãos se fecham
Vem a vontade de sumir
E os pensamentos voam
Sem lugar exato
Sem direção certa
O corpo esquenta
Os membros tremem
E mantendo a calma
Respiro e engulo a raiva
Que insiste em ficar
É assim que funciona
O corpo e a mente
Daquele que se diz fraco
Daquele que se diz pouco
E quando percebe
Está lá em cima
Está no topo.
Impacto
Fujo com força
Fujo com ânsia de fugir
Escapo entre seus dedos
E deixo você pensar
Que nada acontece
Deixo você pensar que consegue
Escapo entre seus olhares
Com a mais bela vontade de ficar
Dos mais belos sonhos de voltar
A um tempo que nada existia
Ao tempo em que tudo sorria
Tempo que, sim, eu escapava
Tempo que nada morria
Vontade de vomitar
Histórias verídicas
Histórias do coração
Vontade de contar
A verdade dos sentimentos
A consequência dos acontecimentos
O impacto do olhar
Te encontro nos sonhos noturnos
Floridos campos diurnos
Aquele eterno momento
Em que tudo e nada passará.
Fujo com ânsia de fugir
Escapo entre seus dedos
E deixo você pensar
Que nada acontece
Deixo você pensar que consegue
Escapo entre seus olhares
Com a mais bela vontade de ficar
Dos mais belos sonhos de voltar
A um tempo que nada existia
Ao tempo em que tudo sorria
Tempo que, sim, eu escapava
Tempo que nada morria
Vontade de vomitar
Histórias verídicas
Histórias do coração
Vontade de contar
A verdade dos sentimentos
A consequência dos acontecimentos
O impacto do olhar
Te encontro nos sonhos noturnos
Floridos campos diurnos
Aquele eterno momento
Em que tudo e nada passará.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Surreal
Senti como se fosse fatal
Daqueles tiros certeiros
Com fome de acertar, fazendo mal
Senti como se fosse o final
Típico dia que não pode acabar
Sonho de inverno e de repente temporal
Só peço um olhar
Som de sua voz que me invade
Toque de suas mãos que me confortam
Segure-me firme como você fez
Me faça feliz
E te amarei quando for minha vez
Traga-me o desenho de seus lábios
Tua essência mais pura
A complexidade de teus hábitos
Venha devagar até mim
E sem medo
Te provarei que nada terá fim.
Daqueles tiros certeiros
Com fome de acertar, fazendo mal
Senti como se fosse o final
Típico dia que não pode acabar
Sonho de inverno e de repente temporal
Só peço um olhar
Som de sua voz que me invade
Toque de suas mãos que me confortam
Segure-me firme como você fez
Me faça feliz
E te amarei quando for minha vez
Traga-me o desenho de seus lábios
Tua essência mais pura
A complexidade de teus hábitos
Venha devagar até mim
E sem medo
Te provarei que nada terá fim.
domingo, 1 de agosto de 2010
Maria Aparecida
Me encontre, me abrace, me beije, me faça dormir, me cuide, me abençoe, me guie, me siga, me acompanhe, me faça continuar.
Diante de tudo, diante de todos, diante das injustiças, diante das falsidades, diante das mentiras, diante das sujeiras, me faça ultrapassar obstáculos, me segure pela mão, e se mesmo assim eu cair, me levante, pois apesar de tudo, eu sei que tenho você!
Diante de tudo, diante de todos, diante das injustiças, diante das falsidades, diante das mentiras, diante das sujeiras, me faça ultrapassar obstáculos, me segure pela mão, e se mesmo assim eu cair, me levante, pois apesar de tudo, eu sei que tenho você!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Eu e Sua Ausência
O coração pede amor
Pede gritos de alegria
Precisa falar que te ama
O coração pede você
Teu toque e tuas palavras
Precisa de seu cheiro
Seu olhar caído
Sua expressão única
É meu coração sentindo sua falta
Sentindo sua ausência
É meu coração no teu silêncio
Quando pede socorro
Quando extravasa loucura
E cai em tormento
Pedindo sua presença
Pedindo sua voz
Voz rouca sem direção
Voz de ressaca querendo atenção
Voz que me ensina a gritar
Voz que me transborda emoção
Voz que me tira daqui num toque de som
Voz que diz me amar com o mais sensível tom.
Pede gritos de alegria
Precisa falar que te ama
O coração pede você
Teu toque e tuas palavras
Precisa de seu cheiro
Seu olhar caído
Sua expressão única
É meu coração sentindo sua falta
Sentindo sua ausência
É meu coração no teu silêncio
Quando pede socorro
Quando extravasa loucura
E cai em tormento
Pedindo sua presença
Pedindo sua voz
Voz rouca sem direção
Voz de ressaca querendo atenção
Voz que me ensina a gritar
Voz que me transborda emoção
Voz que me tira daqui num toque de som
Voz que diz me amar com o mais sensível tom.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
A Alegria
Me lembra felicidade, chocolate
Me lembra Ubatuba, cheiro de mar
E violetas esparramadas pelo chão
Me lembra a mamãe, me faz carinho
Enquanto canta uma canção
Me lembra quando vou para festa, cheia de balão
Me lembra quando chego em casa
E vejo as paredes pintadas de azul, que emoção
Logo depois me aparece uma pomba branca
Me lembrando que a felicidade e a paz
Vivem dentro do nosso coração.
Obs.: Primeira poesia escrita por: Eloísa Ricci (Ano de 2002)
Me lembra Ubatuba, cheiro de mar
E violetas esparramadas pelo chão
Me lembra a mamãe, me faz carinho
Enquanto canta uma canção
Me lembra quando vou para festa, cheia de balão
Me lembra quando chego em casa
E vejo as paredes pintadas de azul, que emoção
Logo depois me aparece uma pomba branca
Me lembrando que a felicidade e a paz
Vivem dentro do nosso coração.
Obs.: Primeira poesia escrita por: Eloísa Ricci (Ano de 2002)
O Sorriso Das Lágrimas
Burrice é viver
Achando que tudo são flores
Achando que tudo são rosas
E esquecendo
Que rosas têm espinhos
Que espinhos te furam
Espinhos te perfuram
Espinhos te fazem sangrar
Burrice é caminhar
Achando que o caminho é liso
Achando que o caminho é único
Esquecendo das pedras
Que te fazem tropeçar
Das múltiplas opções
Que te fazem errar
Mais burrice
É querer ultrapassar
O tempo e o espaço
Que são precisos
Que são necessários
Faça-te sorrir
Com o pouco que nunca é pouco
Faça-te rir
Com a pior besteira
Faça-te gritar de alegria
Da coisa mais simples
Mas sem esquecer-te
Que mesmo as lágrimas
Confusas e nunca enxutas
Vão cair
Vão rolar teu rosto
Molhar tua face
E te fazer crescer.
Achando que tudo são flores
Achando que tudo são rosas
E esquecendo
Que rosas têm espinhos
Que espinhos te furam
Espinhos te perfuram
Espinhos te fazem sangrar
Burrice é caminhar
Achando que o caminho é liso
Achando que o caminho é único
Esquecendo das pedras
Que te fazem tropeçar
Das múltiplas opções
Que te fazem errar
Mais burrice
É querer ultrapassar
O tempo e o espaço
Que são precisos
Que são necessários
Faça-te sorrir
Com o pouco que nunca é pouco
Faça-te rir
Com a pior besteira
Faça-te gritar de alegria
Da coisa mais simples
Mas sem esquecer-te
Que mesmo as lágrimas
Confusas e nunca enxutas
Vão cair
Vão rolar teu rosto
Molhar tua face
E te fazer crescer.
domingo, 27 de junho de 2010
Jair Ricci
Te vejo acima de tudo
Te encontro nos mais lindos sonhos
Sonhos aqueles em que corro
Pulo em seus braços
Me conforto no mais belo laço
De amor e carinho
Sonhos aqueles que te vejo sorrir
O mais belo riso
De coragem e força
E nesse sonho
Você me abraça
E diz me amar
Contigo levo as mais belas palavras
E carrego no peito
A saudade insaciável
A saudade que pulsa
Que não pode morrer
Não pode parar
E lembre-se que distância
É nada, é pó
E que minha ânsia
De te ver, de te tocar
Ainda vive
E que seu nome carrego comigo
No concreto, no correto
E no sangue, na vida
De ser totalmente RICCI.
sábado, 5 de junho de 2010
Sua Vida
.jpg)
Eu queria ter a chance
De voltar e te dar amor
Enquanto consciente
Enquanto viva
Queria ter a possibilidade
De te abraçar
E fazer você sentir
O calor dos meus braços
Te passando um poquinho de paz
Queria poder
Te olhar e dizer
O quanto é grande
O amor que sinto
E que nada é mais lindo
Nada é mais lindo
Ah, como eu queria te olhar
Fundo olhos mistos
De amor e carinho
Tal como o mar
Infinito e belo
É sim, queria o poder
A mágica sem fim
Voltando no tempo
E te trazendo de novo
Só pra mim
Mas tenho plena certeza
Da existencia das almas
É que toda noite
Você me abençoa
Me levando ao dia seguinte
Totalmente salva.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Sonhar
Foi quando você me tocou
Quando você me olhou
Quando você sorriu pra mim
E de repente eu viajei
No calor de sua mão
Na cor de seus olhos
No desenho de seus lábios
Completamente diferente
Completamente desesperador
E sem medo adormeci
Senti a calma, enfim
A serenidade
A paz de quem dorme com anjos
Era você
Somente você
Simplesmente você
Acolhendo-me
Tocando-me
E a dor vem
Ao pensar em te perder
Pensar em nunca mais te ver
Cega-me os olhos
Tira-me a audição
E some com minha voz
Vejo-me parada
Vejo-me intocada
E perdida
Ah, não queira desaparecer
Não me deixe existir sozinha
Não suma com meu sol
É simplesmente a vida
Simplesmente a minha necessidade
Venha sempre
Veja-me toda noite
Durma novamente
Me traga a alegria sem fim
Quero sua alma só pra mim.
Quando você me olhou
Quando você sorriu pra mim
E de repente eu viajei
No calor de sua mão
Na cor de seus olhos
No desenho de seus lábios
Completamente diferente
Completamente desesperador
E sem medo adormeci
Senti a calma, enfim
A serenidade
A paz de quem dorme com anjos
Era você
Somente você
Simplesmente você
Acolhendo-me
Tocando-me
E a dor vem
Ao pensar em te perder
Pensar em nunca mais te ver
Cega-me os olhos
Tira-me a audição
E some com minha voz
Vejo-me parada
Vejo-me intocada
E perdida
Ah, não queira desaparecer
Não me deixe existir sozinha
Não suma com meu sol
É simplesmente a vida
Simplesmente a minha necessidade
Venha sempre
Veja-me toda noite
Durma novamente
Me traga a alegria sem fim
Quero sua alma só pra mim.
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Regressar
Eu sinto falta
Sinto necessidade
De amor, de paz, de carinho
Ah, sim, eu sinto vontade
De voltar no tempo
Ser criança de novo
Correr, brincar, suar
Sinto vontade de terra
Sinto saudade das risadas
Do pique esconde
Do futebol
Quero chorar
Chorar porque cai
Chorar porque me machuquei
Chorar saudavelmente
Chorar vida
Chorar infância
Quero a acerola do pé
Roubar flores da vizinha
Correr após tocar a campanhia
Me sujar, rir, aprontar
Minha saudade insaciável
Completamente incurável
Mas basta sonhar
E aquela criança simplesmente vai voltar.
Sinto necessidade
De amor, de paz, de carinho
Ah, sim, eu sinto vontade
De voltar no tempo
Ser criança de novo
Correr, brincar, suar
Sinto vontade de terra
Sinto saudade das risadas
Do pique esconde
Do futebol
Quero chorar
Chorar porque cai
Chorar porque me machuquei
Chorar saudavelmente
Chorar vida
Chorar infância
Quero a acerola do pé
Roubar flores da vizinha
Correr após tocar a campanhia
Me sujar, rir, aprontar
Minha saudade insaciável
Completamente incurável
Mas basta sonhar
E aquela criança simplesmente vai voltar.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Only you
You're but a mirage
You're but illusion
The touch, looks, says
Came suddenly
It came without permission
Invaded my life, my thoughts, my reason
Dirty, complex, crazy
Surtante and problematic
I hate the fact of its existence
But do not me away
Prefer staying.
You're but illusion
The touch, looks, says
Came suddenly
It came without permission
Invaded my life, my thoughts, my reason
Dirty, complex, crazy
Surtante and problematic
I hate the fact of its existence
But do not me away
Prefer staying.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Improváveis
Difícil é entender
É aceitar
É conviver
Passa a ser completamente insuportável
Completamente inaceitável
Completamente errado
Você se culpa e se julga
Você simplesmente se odeia
Se machuca
Tenta até se controlar
Mas é pega pelas surpresas
Esperanças... Ah, as esperanças
Meras, sujas, e complexas
Te fazendo sonhar
Te fazendo gritar
Te fazendo chorar
Coloque-se no lugar
Pare de vez de pensar
Impossível não imaginar
Coisas invisíveis e visíveis
Passa a ser tudo único
Tudo um
E você vem
Trazendo minha impaciência
Trazendo minha loucura
E eu paro até de respirar.
É aceitar
É conviver
Passa a ser completamente insuportável
Completamente inaceitável
Completamente errado
Você se culpa e se julga
Você simplesmente se odeia
Se machuca
Tenta até se controlar
Mas é pega pelas surpresas
Esperanças... Ah, as esperanças
Meras, sujas, e complexas
Te fazendo sonhar
Te fazendo gritar
Te fazendo chorar
Coloque-se no lugar
Pare de vez de pensar
Impossível não imaginar
Coisas invisíveis e visíveis
Passa a ser tudo único
Tudo um
E você vem
Trazendo minha impaciência
Trazendo minha loucura
E eu paro até de respirar.
sábado, 15 de maio de 2010
Arrependimento
Foram meses de tortura
Dias de loucura
Onde só as lágrimas tinham vez
Onde só as mágoas tinham lugar
E sem querer a gente se fere
E sem querer a razão toma conta
E sem querer o amor desaparece
Descobrir enganos
Descobrir erros
E se culpar, pra nunca mais esquecer
E se punir, e pra sempre lembrar
E sentir vontade
E sentir ânsia
De voltar no tempo,
De voltar na vida,
E mudar a história
Mudar o desfecho
E ao invés de ser o fim
Ser apenas um recomeço.
Dias de loucura
Onde só as lágrimas tinham vez
Onde só as mágoas tinham lugar
E sem querer a gente se fere
E sem querer a razão toma conta
E sem querer o amor desaparece
Descobrir enganos
Descobrir erros
E se culpar, pra nunca mais esquecer
E se punir, e pra sempre lembrar
E sentir vontade
E sentir ânsia
De voltar no tempo,
De voltar na vida,
E mudar a história
Mudar o desfecho
E ao invés de ser o fim
Ser apenas um recomeço.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Crescer
Eu tenho sede
Sede de viver
Sede de sonhar
Sede de andar
Percorrer milhas
Conhecer ilhas
Ser, criar, voar
Eu tenho loucura
Loucura por mar
Loucura por ar
Loucura por ser
Eu quero é correr
Quero é viver
Quero é crescer.
Sede de viver
Sede de sonhar
Sede de andar
Percorrer milhas
Conhecer ilhas
Ser, criar, voar
Eu tenho loucura
Loucura por mar
Loucura por ar
Loucura por ser
Eu quero é correr
Quero é viver
Quero é crescer.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Desabafo
São 3 meses
São 90 dias
São horas e horas
São minutos pós minutos
São segundos contados
E você cai
E você tropeça
E você rasteja
E você se entrega
Ao sujo
Ao escuro
Ao podre
E se vê perdida
E se vê confusa
Pára sua vida
Se esquece que é gente
Se esquece que é carne
Vai se auto destruindo
Vai se machucando
Vai se ferindo (...)
São 90 dias
São horas e horas
São minutos pós minutos
São segundos contados
E você cai
E você tropeça
E você rasteja
E você se entrega
Ao sujo
Ao escuro
Ao podre
E se vê perdida
E se vê confusa
Pára sua vida
Se esquece que é gente
Se esquece que é carne
Vai se auto destruindo
Vai se machucando
Vai se ferindo (...)
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Seguir
Agora eu quero é paz
Quero é sorriso
Ser vida, ser paixão
Sentir alegria, sentir emoção
Agora eu quero é correr
Quero é andar
Ser força, ser razão
Sentir o vento, sentir o ar
Agora eu quero é voar
Quero é mergulhar
Ser coragem, ser vontade
Pisar na areia, sentir o mar
Agora eu quero gargalhar
Quero é saltar
Ter amor, ser amor, dar amor, sentir amor
Ter gana, respirar vida, e do passado não lembrar.
Quero é sorriso
Ser vida, ser paixão
Sentir alegria, sentir emoção
Agora eu quero é correr
Quero é andar
Ser força, ser razão
Sentir o vento, sentir o ar
Agora eu quero é voar
Quero é mergulhar
Ser coragem, ser vontade
Pisar na areia, sentir o mar
Agora eu quero gargalhar
Quero é saltar
Ter amor, ser amor, dar amor, sentir amor
Ter gana, respirar vida, e do passado não lembrar.
sábado, 24 de abril de 2010
Almas
Quantas vezes chorei
Quantas vezes me odiei
Vezes que só calei
Vezes que me machuquei
Lembrando-te
Perdendo-te
Culpando-me
Contendo-me
Pegava meu coração
Sentia seu pulsar
Contava até dez
E voltava a respirar
Vinham as culpas
E as lágrimas lentamente
Meu corpo tremia
E eu caia profundamente
Levava-te longe
Trazia-te pra mim
Era uma ponte
Sem começo, sem fim
Sentindo meus pulsos
Lembrando dos sustos
Momentos avulsos
Ouvindo os soluços
Nada podia me tirar
Dores que já não vou lembrar
Histórias e mais histórias pra contar
De um sentimento que eu chamo de amar.
Quantas vezes me odiei
Vezes que só calei
Vezes que me machuquei
Lembrando-te
Perdendo-te
Culpando-me
Contendo-me
Pegava meu coração
Sentia seu pulsar
Contava até dez
E voltava a respirar
Vinham as culpas
E as lágrimas lentamente
Meu corpo tremia
E eu caia profundamente
Levava-te longe
Trazia-te pra mim
Era uma ponte
Sem começo, sem fim
Sentindo meus pulsos
Lembrando dos sustos
Momentos avulsos
Ouvindo os soluços
Nada podia me tirar
Dores que já não vou lembrar
Histórias e mais histórias pra contar
De um sentimento que eu chamo de amar.
DNA
A menina sem escrúpulos
Desvairada, inconsciente
A tal problemática, louca e pouco inocente
A falta de amor, o medo, o rancor
Te tira do mundo, te faz cair fundo
E sobrevive da dor
Os olhos marcantes
Que um dia já se perderam
Pensa adiante, surtando, sofrendo
É vida, é carne, é pó
A doce loucura
De quem não sabe viver só.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Othília Paterno
Pés descalços
Afundados na areia
Olhos livres
Procurando o fim do infinito
Ouvindo nada mais que o mar
Nada mais que os pássaros
Te procuro, por que?
Você está logo ali
Você está logo aqui
Eu te sinto fundo
Eu te sinto forte
Arrepia-me os membros
Arrepia-me a alma
Como se fosse o fim
Como se fosse o término
Mas não
Não é o fim
E nem mesmo o término
É o começo
E o REcomeço
Te guardando
Pro resto da vida
Pro resto, e além da vida.
Inconsciência
As fotos que eu apaguei
As poesias que eu rasguei
E o amor que guardei
Um ódio
Uma raiva
Uma ira
Um sentimento confuso
Pensamentos sem uso
Me fazendo enlouquecer
E o que dizer da droga?
Aquela ingerida
Que um dia me tirou a vida
E você vem
Você vai além
Sabe que me tem
Presenciando sua calma
Vejo minha palma
Tocando sua alma.
As poesias que eu rasguei
E o amor que guardei
Um ódio
Uma raiva
Uma ira
Um sentimento confuso
Pensamentos sem uso
Me fazendo enlouquecer
E o que dizer da droga?
Aquela ingerida
Que um dia me tirou a vida
E você vem
Você vai além
Sabe que me tem
Presenciando sua calma
Vejo minha palma
Tocando sua alma.
O Obstáculo
Coração apertado, não sei por quê
Peito doendo, pra que?
Coisas simples, talvez
Mundo girando, fico tonta
Cabeça a mil
Mãos tremulas sem seu toque
Precisando de vida, de luz, de ar
Um momento sem explicações
Emoções? Subo certa de que vou ter
Sento-me no alto de um obstáculo
E sinto o vento bater
A liberdade correr
E meu sangue vibrar.
Peito doendo, pra que?
Coisas simples, talvez
Mundo girando, fico tonta
Cabeça a mil
Mãos tremulas sem seu toque
Precisando de vida, de luz, de ar
Um momento sem explicações
Emoções? Subo certa de que vou ter
Sento-me no alto de um obstáculo
E sinto o vento bater
A liberdade correr
E meu sangue vibrar.
Prazeres
Os amigos da vida
Os momentos inesquecíveis
Os lugares marcantes
A viagem empolgante
A fantasia de uma poesia
O olhar eletrizante
A liberdade de ir e vir
A família eterna
Os momentos de rir
O abrir da janela
O par de patins
O vento no rosto
E o acordar de cada manhã
Sabendo que a vida não acaba ali.
Os momentos inesquecíveis
Os lugares marcantes
A viagem empolgante
A fantasia de uma poesia
O olhar eletrizante
A liberdade de ir e vir
A família eterna
Os momentos de rir
O abrir da janela
O par de patins
O vento no rosto
E o acordar de cada manhã
Sabendo que a vida não acaba ali.
Viver...
"Viva! Grite, saia do eixo, chore, mas viva."
A vida é uma só, o tempo não volta, o HOJE amanhã será passado, não existe amor, e sim provas de amor, e um dia vamos morrer e tudo que vivemos ficará na memória daqueles que ficam!
A vida é uma só, o tempo não volta, o HOJE amanhã será passado, não existe amor, e sim provas de amor, e um dia vamos morrer e tudo que vivemos ficará na memória daqueles que ficam!
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