Resolvi mudar
O rumo e o contexto
É...
Resolvi medir
Meus atos e palavras
Tentando evitar
Um desastre maior
E quando é que vão resolver
Mudar por mim?
Quando é que
Verdadeiramente
Receberei um ato
De compreensão?
Daí eu fecho os olhos
Procuro o céu
Limpo ou sujo
Azul ou preto
E começo a falar
Converso até não mais aguentar
E adormeço
No fim ou começo
Tentando apenas um desfecho
Pra que venha de vez o recomeço.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Me Entenda
É que eu o ouço
E te lembro
É que eu o leio
E te recordo
Mas por favor
Não pergunte
O que verdadeiramente acontece
Aqui dentro
Afinal
Explicação não há
Entendimento não existe
E eu sinto
Sinto e guardo
Onde nada toca
Onde nada alcança
O tempo passa
O tempo corre
Mas é que...
Ah, não me pergunte
Simplesmente entenda
Que estou sujeita a amar
E não escolho
Não decido, simplesmente
De repente
Meu coração bate e avisa
Que carinho em você
Irei encontrar.
E te lembro
É que eu o leio
E te recordo
Mas por favor
Não pergunte
O que verdadeiramente acontece
Aqui dentro
Afinal
Explicação não há
Entendimento não existe
E eu sinto
Sinto e guardo
Onde nada toca
Onde nada alcança
O tempo passa
O tempo corre
Mas é que...
Ah, não me pergunte
Simplesmente entenda
Que estou sujeita a amar
E não escolho
Não decido, simplesmente
De repente
Meu coração bate e avisa
Que carinho em você
Irei encontrar.
Minha Paz
E um dia que eu pensei
Pensei que não haveria mais sol
Não haveria mais a cor
Foi-se o dia em que pensei
Que nada mais teria graça
E ninguém mais conseguiria
Ninguém mais poderia
E sim, pode
E assim foi
Que voltei a sorrir
Que voltei a amar
Que voltei a gritar
E assim foi
Assim foi a vez
Que nada mais me importava
Hoje?
Ah, hoje eu olho e enxergo
Hoje eu olho e vejo
E isso não mais
Não mais me tira a paz.
Pensei que não haveria mais sol
Não haveria mais a cor
Foi-se o dia em que pensei
Que nada mais teria graça
E ninguém mais conseguiria
Ninguém mais poderia
E sim, pode
E assim foi
Que voltei a sorrir
Que voltei a amar
Que voltei a gritar
E assim foi
Assim foi a vez
Que nada mais me importava
Hoje?
Ah, hoje eu olho e enxergo
Hoje eu olho e vejo
E isso não mais
Não mais me tira a paz.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Matemática da Vida
Um pacote de confusões
Diretamente centrado em meu cérebro
E palavras são apenas palavras
Voando e flutuando no tempo
Nos improváveis e prováveis momentos
Nas probabilidades de ser
E eu já nem consigo pensar
É, não consigo calcular
Somar o tempo com a vida vivida
Esqueço de multiplicar as várias vezes
Que pensei, que sonhei, que errei
Mas vou subtraindo e esquecendo
Dos problemas e das tormentas
Afinal, nada vale mais
Quando lembro das vezes que sorri
São sonhos tão gigantes
Lembranças tão marcantes
Que no final de tudo
A vida continua
A soma fica intacta
A multiplicação aumenta
A subtração é precisa
E eu?
Eu passo a dividir com você
Meus momentos de sorriso, de vida, de glória.
Diretamente centrado em meu cérebro
E palavras são apenas palavras
Voando e flutuando no tempo
Nos improváveis e prováveis momentos
Nas probabilidades de ser
E eu já nem consigo pensar
É, não consigo calcular
Somar o tempo com a vida vivida
Esqueço de multiplicar as várias vezes
Que pensei, que sonhei, que errei
Mas vou subtraindo e esquecendo
Dos problemas e das tormentas
Afinal, nada vale mais
Quando lembro das vezes que sorri
São sonhos tão gigantes
Lembranças tão marcantes
Que no final de tudo
A vida continua
A soma fica intacta
A multiplicação aumenta
A subtração é precisa
E eu?
Eu passo a dividir com você
Meus momentos de sorriso, de vida, de glória.
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