Um pacote de confusões
Diretamente centrado em meu cérebro
E palavras são apenas palavras
Voando e flutuando no tempo
Nos improváveis e prováveis momentos
Nas probabilidades de ser
E eu já nem consigo pensar
É, não consigo calcular
Somar o tempo com a vida vivida
Esqueço de multiplicar as várias vezes
Que pensei, que sonhei, que errei
Mas vou subtraindo e esquecendo
Dos problemas e das tormentas
Afinal, nada vale mais
Quando lembro das vezes que sorri
São sonhos tão gigantes
Lembranças tão marcantes
Que no final de tudo
A vida continua
A soma fica intacta
A multiplicação aumenta
A subtração é precisa
E eu?
Eu passo a dividir com você
Meus momentos de sorriso, de vida, de glória.
esse poema é...FHODA!
ResponderExcluiruhauhauhauha
inteligente e subjetivo...
adorei
Nossa, sem palavras!
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