Hoje quero conversar
Trocar meras palavras
Formar as mais belas frases
E sentir cada rima
Mesmo que torta e caída
Hoje quero um café
Um livro
E minha cama
E com eles curtir a preguiça
De um dia chuvoso e frio
Hoje quero um bom pensamento
E sonhar com a positividade
Solta, fácil e livre
Hoje quero um filme
Meu cobertor e minha alma
Olhar o céu por trás da janela
E esquecer do tempo
Do relógio
Do problema
Dê-me sua mão
E venha comigo
No mais belo embalo
De uma vida sem cobrança
Sem esquecer
O que já viveu e o que já sonhou
Fazer de tudo
Uma simples lembrança.
sábado, 23 de abril de 2011
Longe
Até quando
Minha fé terá de se reerguer?
Até quando
Minha esperança terá de sobreviver?
Até quando
Eu terei de querer?
É melodia demais
Pra eu suportar
Momentos demais
Pra eu lembrar
E sentimentos em excesso
Pra eu viver
O cheiro que me vem
A imagem que me envolve
E você
Mesmo dentro de mim
Tão longe está...
Minha fé terá de se reerguer?
Até quando
Minha esperança terá de sobreviver?
Até quando
Eu terei de querer?
É melodia demais
Pra eu suportar
Momentos demais
Pra eu lembrar
E sentimentos em excesso
Pra eu viver
O cheiro que me vem
A imagem que me envolve
E você
Mesmo dentro de mim
Tão longe está...
terça-feira, 19 de abril de 2011
Vovó Coruja
Fecho os olhos e volto
Retorno aos anos
Em que tinha tua alma ao meu lado
Aquela época
Em que eu passava a tarde inteira
Deitada em teu colo
Volto ao tempo
Onde no meu mundo
Nada era feio
Muito menos perigoso
E nesse momento
É, aquele onde eu fecho os olhos
Vem-me o teu cheiro
Cheirinho de café
De doces e chocolate
Cheirinho de cuidado
De atenção e carinho
A vovó coruja
Que não desgruda
E sempre agrada
E aquela sensação de sono
Com você ao lado
Curtindo comigo
A preguiça das tardes
De ceú azul e sonolento
Quero me lembrar de você assim...
Sorriso manso e voz terna
Quero olhar pra trás
E sentir o gosto dos eternos bolinhos
Aqueles magníficos bolinhos crostoli
Sensação divina
De infância bem vivida
A casa cheia
Crianças na farra
Sorrisos trocados
Familia unida
É, dona Cida
O topo sempre foi você
E sempre será você.
Retorno aos anos
Em que tinha tua alma ao meu lado
Aquela época
Em que eu passava a tarde inteira
Deitada em teu colo
Volto ao tempo
Onde no meu mundo
Nada era feio
Muito menos perigoso
E nesse momento
É, aquele onde eu fecho os olhos
Vem-me o teu cheiro
Cheirinho de café
De doces e chocolate
Cheirinho de cuidado
De atenção e carinho
A vovó coruja
Que não desgruda
E sempre agrada
E aquela sensação de sono
Com você ao lado
Curtindo comigo
A preguiça das tardes
De ceú azul e sonolento
Quero me lembrar de você assim...
Sorriso manso e voz terna
Quero olhar pra trás
E sentir o gosto dos eternos bolinhos
Aqueles magníficos bolinhos crostoli
Sensação divina
De infância bem vivida
A casa cheia
Crianças na farra
Sorrisos trocados
Familia unida
É, dona Cida
O topo sempre foi você
E sempre será você.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Infantilidade
Hoje, ouvindo a mesma música
Sinto nostalgia
Será isso o correto?
Será isso uma boa ironia da vida?
Queria carregar comigo
As belas imagens
As mais lindas miragens
Queria carregar comigo
Aquela velha e insubstituível sensação
Que tive ao segurar tua mão
Queria sentir de novo
O teu cheiro próximo
Tua voz e teu jeito infantil
Você esqueceu de crescer
Deixou de lado o mundo adulto
Mas perdeu a linha correta da vida
Consegue me tirar palavras frias
De ódio
Sentimento colado ao amor
Maldita hora que passou por mim
Meu coração chora
E eu permaneço intacta
Sinto o mundo de ponta cabeça
A vida de pernas pro ar
E você segura a essência
Não me deixa ir
Não me deixa em paz
Criança infeliz
Some de vez
Me deixa ser feliz.
Sinto nostalgia
Será isso o correto?
Será isso uma boa ironia da vida?
Queria carregar comigo
As belas imagens
As mais lindas miragens
Queria carregar comigo
Aquela velha e insubstituível sensação
Que tive ao segurar tua mão
Queria sentir de novo
O teu cheiro próximo
Tua voz e teu jeito infantil
Você esqueceu de crescer
Deixou de lado o mundo adulto
Mas perdeu a linha correta da vida
Consegue me tirar palavras frias
De ódio
Sentimento colado ao amor
Maldita hora que passou por mim
Meu coração chora
E eu permaneço intacta
Sinto o mundo de ponta cabeça
A vida de pernas pro ar
E você segura a essência
Não me deixa ir
Não me deixa em paz
Criança infeliz
Some de vez
Me deixa ser feliz.
sábado, 16 de abril de 2011
O Filme
Era você todos os dias
Não te esquecia
Não te deixava pra trás
Ou seria melhor dizer
Que eu não me esquecia?
Era algo que me fazia tão bem
Que eu não podia passar
Sem ao menos te olhar
Me deparava com teu sorriso
Espontâneo, diferente
Foi assim
Durante longos 12 meses
Dia pós dia
Sem ao menos tempo pra respirar
Sem ao menos saudade sentir
Foi se tornando vício
Um tipo de dependência
E meu sub-consciente foi pesando
E você que nem usa perfume
Transborda um cheiro
Cheiro que vem da pele
Talvez dos cabelos
E foi esse cheiro pelo qual viciei
É maior que eu
Maior que a vontade de me afastar
Foi quando esses 12 meses teve fim
Fugia de você assim como você de mim
Até que parei
E de frente a você
Me pus a chorar
Abria teus braços
E como um ímã grudei
E ali eu fiz um filme
Que transbordou em lágrimas
Tudo que um dia vivi
De momentos você virou fotos
Pregadas em meu painel
Ao lado da minha cama
Onde eu te olhava
Onde eu te recordava
As arranquei de lá
As coloquei em uma gaveta
Longe de você quero ficar
Pelo menos por enquanto evitar
E assim te congelo
Eternamente te espero.
Não te esquecia
Não te deixava pra trás
Ou seria melhor dizer
Que eu não me esquecia?
Era algo que me fazia tão bem
Que eu não podia passar
Sem ao menos te olhar
Me deparava com teu sorriso
Espontâneo, diferente
Foi assim
Durante longos 12 meses
Dia pós dia
Sem ao menos tempo pra respirar
Sem ao menos saudade sentir
Foi se tornando vício
Um tipo de dependência
E meu sub-consciente foi pesando
E você que nem usa perfume
Transborda um cheiro
Cheiro que vem da pele
Talvez dos cabelos
E foi esse cheiro pelo qual viciei
É maior que eu
Maior que a vontade de me afastar
Foi quando esses 12 meses teve fim
Fugia de você assim como você de mim
Até que parei
E de frente a você
Me pus a chorar
Abria teus braços
E como um ímã grudei
E ali eu fiz um filme
Que transbordou em lágrimas
Tudo que um dia vivi
De momentos você virou fotos
Pregadas em meu painel
Ao lado da minha cama
Onde eu te olhava
Onde eu te recordava
As arranquei de lá
As coloquei em uma gaveta
Longe de você quero ficar
Pelo menos por enquanto evitar
E assim te congelo
Eternamente te espero.
domingo, 10 de abril de 2011
Espinhos
Eu?
Não sou fria
Não tenho armas
E nem quero chorar
Eu sou gente
Sou humana
Sou menina
Aquela que vive
Que sonha
E que se perde
Não carrego comigo
Os espinhos que perfuram
Mas os faço aparecer
Quando preciso, os procuro
Quando necessário, os acho
Talvez não use
Mas de agora em diante
Os guardo comigo
E os faço úteis
Sem medo
Sem temer.
Não sou fria
Não tenho armas
E nem quero chorar
Eu sou gente
Sou humana
Sou menina
Aquela que vive
Que sonha
E que se perde
Não carrego comigo
Os espinhos que perfuram
Mas os faço aparecer
Quando preciso, os procuro
Quando necessário, os acho
Talvez não use
Mas de agora em diante
Os guardo comigo
E os faço úteis
Sem medo
Sem temer.
sábado, 9 de abril de 2011
Congelando Sentimentos
Eu andei repensando
No meu modo de ser
E mudei
Você já não me tem
Como antes
Você já não é
Como era antes
Você perdeu o brilho
Meus olhos
Não te enxergam mais
Vejo-te como vulto
Escuro e longe
Cada vez mais longe
E choro
Deixo escorrer
As lágrimas tristes
E inaceitáveis
De um amor
Que não sumiu
Que não acabou
Mas fica intacto
Fica distante
Simplesmente congelou.
No meu modo de ser
E mudei
Você já não me tem
Como antes
Você já não é
Como era antes
Você perdeu o brilho
Meus olhos
Não te enxergam mais
Vejo-te como vulto
Escuro e longe
Cada vez mais longe
E choro
Deixo escorrer
As lágrimas tristes
E inaceitáveis
De um amor
Que não sumiu
Que não acabou
Mas fica intacto
Fica distante
Simplesmente congelou.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Fim
Hoje minha vontade
É te segurar
E te falar que
Não quero mais
Que desisti
Que sufoquei
E que meu sonho
É te ver longe
Cada vez mais distante
Do meu corpo
Da minha pele
Dos meus olhos.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Castanhos Olhos
Eis que sonho com o dia
Dia em que te olharei de frente
Dia em que verei teu corpo
Tua mente
Eis que sonho com a noite
Noite, a mais bela noite
De sonhos inabaláveis
Tirando meu fôlego
E me desesperando
Cada vez mais
Eis que meu sonho
Termina aqui
Na vontade, na sede
De fixar meus olhos nos teus
E parar o tempo
Pra que eu veja
Por meio dos castanhos
E intrigáveis olhos
A beleza que és tua
E que ninguém mudará.
Dia em que te olharei de frente
Dia em que verei teu corpo
Tua mente
Eis que sonho com a noite
Noite, a mais bela noite
De sonhos inabaláveis
Tirando meu fôlego
E me desesperando
Cada vez mais
Eis que meu sonho
Termina aqui
Na vontade, na sede
De fixar meus olhos nos teus
E parar o tempo
Pra que eu veja
Por meio dos castanhos
E intrigáveis olhos
A beleza que és tua
E que ninguém mudará.
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