quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Ando Sem Pressa

Ando sem pressa
A tormenta já passou

Gritou, berrou, machucou
Veio leve e estragou
Ando sem pressa
O medo já nem mais me tem 
Chegou, pecou, errou
Veio frio e desabou
Ando sem pressa
O coração nem mesmo dói
Doeu, ardeu, corroeu
Bateu forte e faleceu 
Faleceu devagar 
Sem ao menos avisar 
Disse ir e talvez voltar 
Nem mesmo rápido e voraz 
Já nem mesmo espero
Ridículo e áspero
Um tanto quanto meu

Sentimento em pleno breu 
Quero dizer, és assim
Uma história sem fim 
E um começo quebrado, enfim. 

Um comentário:

  1. NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSSA!
    Boatos correm de que ou eu paro de escrever, ou fazemos uma sociedade aqui. Quanta essência, quanta pena que cai do alto e faz cócegas em nós... desatados.

    Fantástico!

    O Maestro agradece tanta poesia! ;)

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