Ando sem pressa
A tormenta já passou
Gritou, berrou, machucou
Veio leve e estragou
Ando sem pressa
O medo já nem mais me tem
Chegou, pecou, errou
Veio frio e desabou
Ando sem pressa
O coração nem mesmo dói
Doeu, ardeu, corroeu
Bateu forte e faleceu
Faleceu devagar
Sem ao menos avisar
Disse ir e talvez voltar
Nem mesmo rápido e voraz
Já nem mesmo espero
Ridículo e áspero
Um tanto quanto meu
Sentimento em pleno breu
Quero dizer, és assim
Uma história sem fim
E um começo quebrado, enfim.
NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOSSA!
ResponderExcluirBoatos correm de que ou eu paro de escrever, ou fazemos uma sociedade aqui. Quanta essência, quanta pena que cai do alto e faz cócegas em nós... desatados.
Fantástico!
O Maestro agradece tanta poesia! ;)