Sou aqueles versos curtos
Os calados e incompletos
Sou aquela música triste
Soando fim e movimentando dor
Sou aquela frase seguida de reticências
O palhaço que não agitou
Sou a vontade interminável de rir
E sei que existe alguém em mim a gargalhar
A tocar a nota mais bela
A indagar as palavras mais doces
Mas sei também que há o chorar
Tão frequente, tão presente
Que meu palhaço já não sabe mais amar.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Eu Inerte
Meus dias cegos de dor
São finalizados ao som dos meus gritos
Internos e calados
Meus dias vazios de amor
São finalizados ao mover de minhas lágrimas
Externas e gritantes, barulhentas
Dizem tudo e nada
São mais que vozes
Me deixando a face molhada
Meus dedos são sem rumo
Escrevem, apagam, dizem, apontam
Não tomam prumo
E eu aqui a bailar nos sonhos
Viajar nos pensamentos
Sofrer no silêncio
Pedindo pra que o tempo volte
Pedindo pra que a vida retome
Do ponto exato em que parou
E eu aqui inerte
Falando sozinha, escrevendo torto e pensando pouco.
São finalizados ao som dos meus gritos
Internos e calados
Meus dias vazios de amor
São finalizados ao mover de minhas lágrimas
Externas e gritantes, barulhentas
Dizem tudo e nada
São mais que vozes
Me deixando a face molhada
Meus dedos são sem rumo
Escrevem, apagam, dizem, apontam
Não tomam prumo
E eu aqui a bailar nos sonhos
Viajar nos pensamentos
Sofrer no silêncio
Pedindo pra que o tempo volte
Pedindo pra que a vida retome
Do ponto exato em que parou
E eu aqui inerte
Falando sozinha, escrevendo torto e pensando pouco.
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