Sou aqueles versos curtos
Os calados e incompletos
Sou aquela música triste
Soando fim e movimentando dor
Sou aquela frase seguida de reticências
O palhaço que não agitou
Sou a vontade interminável de rir
E sei que existe alguém em mim a gargalhar
A tocar a nota mais bela
A indagar as palavras mais doces
Mas sei também que há o chorar
Tão frequente, tão presente
Que meu palhaço já não sabe mais amar.
MAGNÍFICO!!!
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